criatividade

Patch Adams e a Humanização das Relações no Trabalho

quarta-feira, maio 27th, 2009 | Patch Adams e a Humanização das Relações no Trabalho | Nenhum Comentário

por Moysés Simantob

Patch Adams

No dia 05 e 06 de maio foi realizado no Club Homs dois eventos de Patch Adams, um palestra, “The Joy of Caring” (A Alegria de Cuidar), e Workshop, “Living a life of joy” (Vivendo com alegria). Nestes eventos foram explorados os temas felicidade e a arte de cuidar, por meio de atividades práticas, discussão de idéias e conversas com o público.

Para que não conhece, Hunter “Patch” Adams é um médico americano que revolucionou a forma de atendimento médico antes conhecida. Seu trabalho, iniciado na década de 70, He devem estar presentes medicina. Com a idéia de introduzir palhaços nos hospitais, para aliviar o sofrimento dos doentes. Seu projeto criou a fundação do Instituto Gesundheit !

 

Sua vida foi passada para as telonas com o filme “Patch Adams – O amor é contagioso”, estrelado por Robin Williams em 1998, visto por milhões de pessoas no mundo todo.

 

 

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A Crise Segundo “Einstein”

quarta-feira, maio 20th, 2009 | A Crise Segundo "Einstein" | Nenhum Comentário

Enviado por Ana Lucia Mariz

 

 

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

 

 

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

 

 

 

 

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

 

 

 

 

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não

 querer lutar para superá-la

 

 


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Ato Criativo

segunda-feira, maio 18th, 2009 | Ato Criativo | Nenhum Comentário

por Moysés Simantob

   

 

 

Você pode pedir

Meus olhos emprestados,

Mas não deve tirá-los de mim!

 

 

 

 

 

A respeito da psicologia do próprio ato criativo, mencionei os seguintes aspectos correlacionados a ele: o deslocamento da atenção para algo não notado previamente, que era irrelevante no contexto antigo e é relevante no novo; a descoberta de analogias escondidas como um resultado do primeiro contexto;

 

 

a conscientização de axiomas tácitos e de hábitos de pensamentos implícitos nos códigos, que eram aceitos como verdadeiro; a revelação daquilo que sempre esteve lá.

 

 

 

Isso nos leva ao paradoxo de que quanto mais original for uma descoberta, mais óbvia ela parecerá depois. O ato criativo não é um ato de criação no sentido do Velho Testamento.

 

 

Não cria alguma coisa do nada: ele revela, seleciona, embaralha novamente, combina, resume fatos já existentes, idéias, aptidões e talentos. Quanto mais familiares forem as partes, mais surpreendente será o novo todo.

 

Arthur Koestler: The act of Creation; pp. 119-120 

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