estratégias
Inteligência? O que temos feito dela nas empresas?
quinta-feira, outubro 1st, 2009 | Inteligência? O que temos feito dela nas empresas? | Nenhum Comentário
No evento realizado na FIESP onde participei como painelista do 3º Seminário Internacional de inteligência Estratégica, o foco do debate foi a “Inteligência Estratégica como ferramenta de gestão do século XXI”.

Quero começar dizendo que entendo inteligência como “uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender idéias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência” (Wikipédia). Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente acadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta – segundo a “Mainstream Science on Intelligence”, seria algo como ‘pegar no ar’, ‘pegar’ ou ‘perceber’” o sentido das coisas.
Também me chama atenção os estudos recentes do professor Daniel Goleman e Howard Gardner que discriminam as inteligências em

O que nos chama a atenção é a predominância da Linguística.
Gosto também de pensar na obra de Edgar Morin, que nos fez ver a diferença entre uma cabeça bem cheia de uma cabeça bem–feita.
Mas, confesso que atualmente o saber organizacional mais se parece com que o antropólogo inglês Peter Burke, que define a administração moderna sendo algo mais próximo de uns conjuntos de atos de pragmatismos, que dentro do campo da ciência, tecnologia, inovação e arte.
O que pra mim faz todo o sentido…

Ainda dentro do contexto do que chamamos de inteligência estratégica, prefiro pensar em termos de criação coletiva de inteligência.
O seu uso me parece bem interessante, em particular, sob a ótica da Inovação Aberta e dos processos de crowdsourcing, esse modelo de produção que utiliza a inteligência, os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias (segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre.).
Agora, segundo a Professora Marie Reine Boudarel, pensar em inteligência estratégica consiste ainda em integrar fatores como a intensidade da competição, a competição internacional, a necessidade de criação de valor sustentável, ser capaz de mobilizar recursos técnicos, mobilizar conhecimento, mudanças no panorama econômico e os novos níveis de eficiência e produtividade das empresas, que exigem soluções criativas.

Nesse sentido, quero lembrar que as empresas que desenvolvem uma prática sistemática de Inteligência de mercado têm cada vez mais se apoiaram em Dinâmica de Sistemas no Brasil, mediante a Sociedade Brasileira de Dinâmica de Sistemas - SBDS - uma associação de direito privado sem fins lucrativos, de caráter científico, cultural e multidisciplinar. Com sede aqui na cidade de São Paulo, e que congrega os profissionais das mais variadas áreas para auxiliar no planejamento e gestão na condução de negócios; no estudo e na definição de políticas corporativas e governamentais; no ensino de ciências de escolas de nível fundamental, médio e superior; e em muitas outras áreas de aplicação.
Dinâmica de Sistemas pode ser entendida, então, como uma linguagem (computacional) para descrever o comportamento de complexos sistemas ao longo do tempo.
Com a ampla difusão dos ambientes computacionais gráficos, popularizou-se desde o início da década de 90, e o uso de softwares e serviços web de Dinâmica de Sistemas. Permitindo a construção e simulação de modelos de diversos tipos de sistemas: corporativos, econômicos, ambientais, físicos, químicos, biológicos, cadeias produtivas, etc.
Lançada com a publicação do livro Industrial Dynamics (Dinâmica Industrial) em 1961, com a autoria de Jay Wright Forrester, seu uso ainda hoje é pouco conhecido.
E para terminar, será preciso falar dos Living labs e das redes sociais corporativas que representam hoje a socialização do k;
Sobre os Living Labs, são ambientes para inovação aberta em situações da vida real, onde a inovação é orientada para o utilizador que está dentro do processo de co-criação de novos serviços, produtos e infra-estruturas sociais em um contexto regional. Catalisar a sinergia das PME Redes Colaborativas e Comunidades Virtuais que podem ser Públicas, Privadas e de Parcerias é o seu maior desafio.
Nos últimos anos os Living Labs tornaram-se um poderoso instrumento para a efetiva participação do usuário em todas as fases da investigação, desenvolvimento e processo de inovação, contribuindo assim para a competitividade e crescimento de novos negócios, sobretudo, com empresas como Nokia, IBM e Ericsson entre outras tantas.
Desenvolvido pelo Professor William Mitchell, MIT, Boston, MediaLab, and School of Architecture and City Planning. Living Labs é uma metodologia de investigação para detectar, protótipar, validar e refinar soluções complexas em contextos múltiplos e envolventes da vida real
Na Europa tem sido mencionada em quatro contextos:
1. Trazer à vida tecnologia desenvolvida em laboratório e que se aplica em ambientes urbanos, seguindo uma abordagem user centric;
2. Desenvolver serviços de mobilidade para os cidadãos em comunidades próximas de tecnologias de mercado. Foco nos processos centrados no utilizador, nas atividades de co-design e co-criação, nas parcerias público-privadas, e na interação entre produtores e utilizadores;
3. Virtualizar um Living Lab como um contexto sensitivo de metodologia de I&D para multi-site e ambiente multi-stakeholder, para efeitos de criação de novos ambientes de trabalho orientados para perspectivas pan-europeias;
4. Desenvolver iniciativas industriais para validar novos serviços de mobilidade, num modelo centrado no utilizador real (Living Lab Finland Research Community e Public Projects of Dimes)

Como tem dito Gil Giardelli, CEO da Permission “As companhias terão de estreitar a relação com o consumidor, não para controlá-lo, mas para entendê-lo melhor e deixá-lo colaborar com a construção dos produtos.”,
Em suma, inteligência estratégica pra mim é soma de liberdade, conectividade e sustentabilidade, e esta última principalmente porque para que tenhamos um futuro comum as organizações terão que ser além de inovadoras, também sustentáveis, como disse Maurice Strong, (que esteve no topo da organização da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992) “Será preciso que a empresa contribua para alcançar um desenvolvimento socialmente includente, tecnologicamente prudente e economicamente eficiente”.

Eis ai um olhar curioso e provocativo sobre o futuro de ambientes organizacionais e um conjunto de previsões arriscadas sobre o que está para acontecer com a fusão das tecnologias, infra-estruturas e a conseqüente transformação das comunicações nas próximas décadas.
Visa Innovation Day
quinta-feira, agosto 27th, 2009 | Visa Innovation Day | Nenhum Comentário
No dia 25 de agosto em São Paulo, ocorreu o o VISA Innovation Day com a finalidade de apresentar soluções inovadoras relacionadas a produtos, canais e segurança da informação na indústria financeira.

Prof. Moysés abordou o tema: “INOVAÇÃO EM AÇÃO: guiando a inovação dentro das organizações”, onde enfatizou a importância da organização inovadora atuar dentro de um hub de inovação, criando e explorando oportunidades nas redes sociais que mais crescem na web.

Sua palestra trouxe casos recentes e exclusivos para o público de executivos brasileiros e latino americanos. Enfatizou a necessidade de um planejamento dirigido por cenários, um processo que envolve um conjunto de técnicas, que permitem aos gestores, testar a sensibilidade de seus planos a luz dos eventos externos e das ações internas, apresentando os futuros possíveis e os riscos associados à eles.

Leia mais sobre o evento nestes sites: Info Money, Computer World, eComm
A Crise Segundo “Einstein”
quarta-feira, maio 20th, 2009 | A Crise Segundo "Einstein" | Nenhum Comentário
Enviado por Ana Lucia Mariz

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.
A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia.
Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não
querer lutar para superá-la”
Categories
- "Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!"
- 2º Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil
- A Crise Chegará ao Varejo ?
- A Crise Segundo "Einstein"
- A formação dos profissionais de inovação é tema no Open
- A Geografia Influência na Inovação
- A Inovação é importante?!
- A Natureza Coletiva das Idéias
- Ato Criativo
- Aumento no Consumo
- Bem-vindo ao Blog de Moysés Simantob
- Brasil nem X nem Y - Geração XY
- Brasileiros Gastam + Tempo com a Web
- Como a Inovação pode Contribuir em Momentos de Crise ?
- Como a Internet Móvel Interfere nas Mídias Sociais?
- Crie o seu Próprio Radar de Tendências
- Crise Compromete Avanço da Inovação nas Economias
- Crowdsource musical
- Cultura de Valor nas Empresas
- Curso de Design Thinking [Impressões + Experiências]
- De LAO-TSÉ para todos os Dungas de plantão…
- Design para uma vida melhor
- Design Thinking 2010
- Diálogo Wal-Mart para Sustentabilidade
- Eco4Planet
- Economia solidária e inovação são caminhos para o Brasi
- Encontro de Inovação Brasil e Suécia
- Fan it
- Festival de Cultura e de Inovação
- Flash Mobs: Marketing Inovador
- Formatação ou Formação? Fé ou Razão?
- HackFwd - Incubadora
- Innovation Conference 2009
- Inovação Aberta - A Nova Fronteira da Criação de Valor
- Inovação para Casas Populares
- Inovação sem Segredos nem Gênios
- Inteligência? O que temos feito dela nas empresas?
- Mangai um Show de Empreendedorismo
- METODOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO INOVADORA DA FGV PERMITIU A
- Microsoft está de Olho no Brasil
- Microsoft Investirá US$ 9 bilhões em P&D
- MPEs e as mídias sociais no futuro
- Mudança de Hábitos
- Novas Tecnologias e Redes Sociais: Oportunidade para In
- O Boca a Boca online
- O Futuro do Consumo
- O Papel da Inovação e a Necessidade de Florescimento da
- Pacto pela Sustentabilidade Wal-Mart Brasil
- Palestra do Forum de Inovação
- Palestra na FIBoPS
- Patch Adams e a Humanização das Relações no Trabalho
- Pilhas mais sustentáveis
- Por dentro da IDEO
- Por que temos medo da inovação?
- Precisamos Mais do Jeito de Gente Simples
- Prêmio para Inovação na Escola
- Reciclando Ideias
- Sample Lab uma loja onde tudo é grátis
- Sem categoria
- Skol lança latas falantes!
- Twitter Já !
- Um Livro sobre Colaboração
- Uma Jornada pela Inovação
- Uma Nova Proposta de Valor é o Desafio da Empresa Inova
- Visa Innovation Day
- Você está preparado? Social Media Revolution 2!!
Archive
Links
- Board of Innovation
- Brasil Ponto a Ponto
- Business Week - Innovation
- Information Economy
- ISA -Instituto Socioambiental
- Knowledge@Wharton University
- Marketing de Relacionamento
- Mass customization & Open innovation
- Muhammad Yunus
- Natura / Conecta
- Open Innovation
- P.N.U.D. Brasil
- Relações Exteriores
- Silvio Meira - Blog