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Uma Nova Proposta de Valor é o Desafio da Empresa Inovadora Sustentável

quarta-feira, setembro 9th, 2009 | Uma Nova Proposta de Valor é o Desafio da Empresa Inova | Nenhum Comentário

A velocidade das mudanças climáticas, sociais e tecnológicas tem sido tão vertiginosa que está tornando obsoletas as organizações que não se adequam às novas necessidades. Essa realidade força os administradores a aprender mais rápido, o que exige métodos que permitam representar e avaliar a complexidade cada vez maior do ambiente que os cerca.

Como disse o futurista Peter Schwartz, “os indivíduos e as organizações têm pouco controle sobre as forças ambientais que causam mudanças nas sociedades e nas organizações. Porém, os estrategistas podem descrever uma situação estratégica usando seu conhecimento sobre a natureza e a estrutura do negócio, bem como usando seu conhecimento das metas de longo prazo da empresa e do ambiente no qual ela está imersa”.

Nesse contexto, sobra pouco espaço para organizações departamentalizadas, desenhadas como se fossem máquinas, com processos rigidamente mecânicos e que funcionavam bem para um momento, um mercado e uma expectativa da sociedade que não existem mais.

Conectividade entre ambientes

Atualmente, os negócios exigem a construção de cenários que incluem muito mais conectividade entre o ambiente global (economia, tecnologia, cultura), ambiente de mercado

(consumidores, competidores, fornecedores) e ambiente da empresa (produção, distribuição e comunicação). Somente quem

dominar esses três ambientes entenderá porque, para 87% dos executivos de 133 empresas em 29 países, as mudanças climáticas representam o maior desafio para os negócios nos próximos cinco anos. Ou ainda, como, de 10 mil consumidores ouvidos em 22 países, cerca de 95% alegam disposição para pagar mais por um produto verde, comprovadamente sustentável, mas apenas 12% havia feito isso nos últimos 12 meses anteriores, por falta de oferta de produtos sustentáveis.

Ler esses cenários é fundamental, mas o que cria as condições para uma organização inovadora sustentável é entender a linguagem do novo consumidor. Segundo Jeffrey Immelt, CEO da GE, “quando a sociedade muda de opinião, é melhor estar na vanguarda que na retaguarda”. A criação do valor sustentável, como defende o professor da Universidade Cornell Stuart Hart – especialista em estratégias empresarias para as populações de baixa renda e autor de Capitalismo na Encruzilhada -, segue um modelo onde o planejamento se baseia em considerar sempre cenários presente e futuro nos aspectos interno e externo à empresa.

Questionamentos de resultados

Na prática, significa, por exemplo, tratar a prevenção da poluição com as seguinte perguntas: Onde se localizam os desperdícios e emissões da organização? Podemos baixar custos e riscos através da eliminação de desperdícios? Vencer esses desafios é caminhar para o uso de tecnologias limpas. No plano externo, o questionamento deve levar em conta questões como as implicações para o desenvolvimento de produtos se for assumida a responsabilidade pelo ciclo total de vida dos produtos ou se é possível reforçar a legitimidade e a reputação da organização através do engajamento de mais stakeholders (ou novos grupos de fornecedores, consumidores etc.).

O resultado de um processo como esse é minimizar o processo de resíduos e melhorar a produtividade dos recursos, desenvolvendo novas competências, que levam a saltos inovadores e à descoberta de necessidades não satisfeitas, que podem ser oferecidas pela organização. Por outro lado, se consegue um menor impacto no ciclo de vida do produto e eleva-se a transparência da organização.

Esse caminho não é fácil e óbvio, mas já há iniciativas em todos os setores e tamanhos de empresas. Mesmo que os resultados não apareçam de repente e em todas as áreas simultaneamente, as metas precisam ser encaradas em conjunto e com planejamento de longo prazo.

Maura Campanili e Moysés Simantob

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Mangai um Show de Empreendedorismo

segunda-feira, agosto 31st, 2009 | Mangai um Show de Empreendedorismo | Nenhum Comentário

Mangai é um restaurante com três unidades na capital paraibana, em Natal e em Brasília.

O espaço é um grande salão que reproduz uma casa típica do interior nordestino, com móveis de madeira rústica, cachos de banana pendurados na parede e com todos os seus funcionários vestidos de Maria Bonita e Lampião.

Seu diferencial não está somente na decoração, mas também no atendimento, os garçons são sempre simpáticos, eficientes e espontâneos, como todos os paraibanos. Para chamá-los levante o chocalho.

O Mangai tornou-se ponto obrigatório para os turistas. Pela diferenciação do atendimento, variedade dos pratos de comidas típicas.

E o que tudo isso tem haver com inovação?

Inovador no modelo de negócio, criativo, dinâmico, experiencial, fazendo seus clientes se sentirem bem.

Sua variedade culinária nos leva a uma experiência gastronômica.

Uma operação Just in time (tudo que se produz se consome no dia, sem sobra) e quando a bandeja com os alimentos que fica mergulha na água, que eles chamam de Titanic, termina alguém grita para a cozinha o pedido da comida e sua quantidade equivalente ao número de pessoas que ainda estão na fila, ou seja, uma produção por demanda.

ISSO É QUE É INOVAÇÃO DE RAIZ NA CULTURA BRASILEIRA!

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Visa Innovation Day

quinta-feira, agosto 27th, 2009 | Visa Innovation Day | Nenhum Comentário

No dia 25 de agosto em São Paulo, ocorreu o o VISA Innovation Day com a finalidade de apresentar soluções inovadoras relacionadas a produtos, canais e segurança da informação na indústria financeira.

Prof. Moysés abordou o tema: “INOVAÇÃO EM AÇÃO: guiando a inovação dentro das organizações”, onde enfatizou a importância da organização inovadora atuar dentro de um hub de inovação, criando e explorando oportunidades nas redes sociais que mais crescem na web.

Sua palestra trouxe casos recentes e exclusivos para o público de executivos brasileiros e latino americanos. Enfatizou a necessidade de um planejamento dirigido por cenários, um processo que envolve um conjunto de técnicas, que permitem aos gestores, testar a sensibilidade de seus planos a luz dos eventos externos e das ações internas, apresentando os futuros possíveis e os riscos associados à eles.

Leia mais sobre o evento nestes sites: Info Money, Computer World, eComm

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Metodologia da Organização Inovadora da FGV Permitiu a Premiação das 25 Empresas mais Inovadoras do Brasil

quarta-feira, julho 8th, 2009 | METODOLOGIA DA ORGANIZAÇÃO INOVADORA DA FGV PERMITIU A | Nenhum Comentário

por Moysés Simantob

Após 10 anos de pesquisas e estudos em organizações no Brasil, o Fórum de Inovação da Fundação Getulio Vargas consagra sua metodologia de diagnóstico de organização inovadora e cria um marco na mídia brasileira com a premiação das 25 empresas mais inovadoras do Brasil.

O prêmio reconhece iniciativas de estímulo à inovação, a construção do meio inovador interno no ambiente de trabalho, a proposição de novos modelos de negócios e a instalação de processos sistemáticos de inovação entre outros aspectos.

CONHEÇA TODOS OS DETALHES NOS LINKS ABAIXO.

INOVAÇÃO / EMPRESAS - 08/07/2009

Levantamento de Época NEGÓCIOS revela as 25 empresas mais inovadoras do Brasil

Por Época NEGÓCIOS Online

Quais as peculiaridades das empresas inovadoras? Como elas conseguem se reinventar constantemente? A primeira lista anual de Época NEGÓCIOS responde a essas perguntas e destaca as 25 companhias que mais inovam no Brasil. O levantamento, feito em conjunto com a FGV-Eaesp, e com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e do Great Place To Work (GPTW), constitui uma radiografia dos processos de inovação e aborda aspectos tecnológicos, organizacionais e humanos.

Confira a seguir a cobertura completa do evento de entrega do prêmio As Empresas Mais Inovadoras do Brasil

Galerias de foto

> Clique aqui e veja as fotos de todos os premiados

> Empresários de todos os setores estiveram presentes

Vídeo

> Assista aos melhores momentos da premiação

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Encontro de Inovação Brasil e Suécia

quarta-feira, junho 24th, 2009 | Encontro de Inovação Brasil e Suécia | Nenhum Comentário

Dia 2 de Junho ocorreu o “Encontro de Inovação Brasil-Suécia” reunindo governantes e empresários de ambos os países.

No período da manhã, Prof. Moysés Simantob apresentou um painel sobre “A Experiência do Fórum de Inovação no Brasil.”

Coordenador do Fórum de Inovação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Simantob afirmou que já está na hora de substituir o mito da criatividade do povo brasileiro por um “processo contínuo de transformar idéias em negócios”. “Se a inovação não estiver no DNA de uma empresa, o que ela poderá produzir [de inovador] em três, quatro, seis meses? Muita confusão” considerou.

O pesquisador fala em “corresponsabilidade no processo de tomada de decisão” como a postura adequada a empresas empreendedoras. Este processo de inovação como polissemia, ou seja uma palavra com diferentes significados e que precisa ser contextualizada. Segundo ele, envolve todos os funcionários de uma organização em um ambiente de contínua criação, seja de processos produtivos, produtos e ferramentas de gestão.

“Para ser inovadora, uma empresa precisa ter visão de longo prazo. Se ela determinar a métrica financeira como método para avaliar investimentos, não vai conseguir retorno. Para ter uma sistemática inovadora é preciso saber articular visão, habilidade, recursos e plano de ação, para gerar mudanças contínuas”, indicou Simantob.

Fonte: Agência Indusnet Fiesp, por Nivaldo Souza

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